O Cravo Incessante


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

‎"E eu a amava tanto
E minha morte que pôs fim ao que nunca nem sequer começou
Era esta a condição a se aceitar
Um monstro não poderia compartilhar a pureza dos anjos
Rasguei-lhe a garganta,
Mastiguei meu próprio coração na língua
Finalmente pus fim e lápide ao tormento
Adeus, Ofélia
Nos vapores subi, a lua beijei, as lágrimas tingiram as maçãs do rosto"

Sei lá. Acordado pela madrugada. Quis escrever isso.



http://youtu.be/4oBjv0AJGYY


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